Olhei-te e consumiste-me, não de imediato mas aos poucos.
Sorrias e eu olhava-te deslumbrada como uma criança. Uma criança feliz.
Sorria-te com a esperança que te perdesses em mim. E eu inconscientemente perdia-me para que me encontrasses. Suplicava mentalmente por um abraço teu. Por um abraço teu ou pelo conforto e a calma que ele me transmitia. Sei que suplicava. E eu amava-te. Amava-te à minha maneira, mas sei que te amava. Sei que te amava porque eras tu e depois os outros. Eras tu e só depois eu.
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